Seis anos atrás, em dezembro de 2019, pacientes na Província de Hubei, China, relataram sintomas de pneumonia atípica que não respondiam ao tratamento, e em Wuhan, um surto de casos semelhantes foi reportado à Organização Mundial da Saúde (OMS). Em 30 de janeiro de 2020, a OMS declarou que a COVID-19, causada pelo SARS-CoV-2, era uma emergência de saúde pública de preocupação internacional (PHEIC). Em 2 de novembro de 2025, o número total de casos de COVID-19 reportados à OMS desde 2020 era 778.900.250. Em 25 de junho de 2025, o Grupo Consultivo Técnico da OMS sobre Evolução Viral (TAG-VE) relatou uma avaliação de risco para duas variantes do SARS-CoV-2 Omicron sob monitoramento (VUM), NB.1.8.1 (Nimbus) e XFG (Stratus). No final de 2025, a análise genômica do vírus SARS-CoV-2 em circulação identificou-os como os vírus mais comuns causando COVID-19. Este editorial tem como objetivo destacar que, seis anos após os primeiros relatos de casos de SARS-CoV-2 que levaram à pandemia de COVID-19, a complacência no controle de infecções e vigilância resultou em um aumento preocupante nas infecções por variantes endêmicas de Omicron, incluindo NB.1.8.1 (Nimbus) e XFG (Stratus).
Dinah V Parums (Mon,) estudou essa questão.