O que acontece quando consideramos o “eu” lírico como uma construção solta, influenciada e sempre em relação a alguém ou algo mais? Este ensaio híbrido traça a relacionalidade e a experimentação no uso do eu lírico através da poesia de Claudia Rankine, Alice Notley e dg nanouk okpik, entre outros. Ao executar sua própria lógica lírica por meio de uma combinação de análise literária, bem como narrativa em primeira pessoa e observação, o ensaio conceptualiza o lírico como um espaço para relacionar e reunir, onde um eu pode descobrir e perturbar seus limites.
Susan Briante (Mon,) estudou esta questão.
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