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‘Reposicionar as geografias de energia’ recrimina os geógrafos de energia por uma falha moral e estratégica em ser visíveis, argumentando que essa falha condenou as geografias de energia a uma posição marginal e oculta dentro da geografia humana. É uma leitura estimulante e agradável, com algumas observações provocativas sobre a prática acadêmica. Mas o diagnóstico dos autores é pouco convincente, e seu apelo para reposicionar os geógrafos de energia ‘para dentro do centro’ é, em última análise, (sobre)carregado pela escolha de uma metáfora desajeitada de centro-periferia. Os comentários de Ptak et al. sobre a necessidade de desenvolvimento conceitual dentro das geografias de energia expressam uma preocupação válida, mas vinculam essa preocupação a afirmações espúrias sobre a interrupção da marginalidade e um preocupante anseio por centralidade disciplinar. Este comentário compartilha a fé de Ptak et al. no potencial das geografias de energia, mas delineia quatro razões para recusar seu convite para se voltar ‘para dentro do centro’.
Gavin Bridge (Terça) estudou essa questão.
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