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Este estudo identifica e prioriza barreiras e facilitadores que moldam a adoção de tecnologias de saúde móvel (mHealth) por idosos, incluindo aplicativos e dispositivos vestíveis. Utilizando o Método Best-Worst (BWM), uma abordagem de tomada de decisão multi-critério orientada por especialistas, avaliamos um framework estruturado que abrange cinco domínios: Proficiência e Confiança Tecnológica, Limitações Físicas e Cognitivas, Relevância e Necessidade Percebidas, Usabilidade e Design, e Fatores Econômicos. Um painel multidisciplinar de clínicos, especialistas em gerontologia e reabilitação, pesquisadores de saúde pública e profissionais de HCI/tecnologia avaliou a importância relativa de cada domínio e seus subcritérios. Os resultados indicam que barreiras pessoais dominam: Limitações Físicas e Cognitivas e Proficiência/Confiança Tecnológica ocupam as posições mais altas, com a falta de familiaridade com a tecnologia e habilidades técnicas limitadas emergindo como obstáculos centrais. Em contrapartida, Fatores Econômicos e Usabilidade/Design, embora relevantes, são comparativamente menos decisivos na determinação da adoção. As descobertas se traduzem em orientações práticas para sistemas de saúde e desenvolvedores, enfatizando suportes de literacia digital em etapas, requisitos de interface inclusivos para a idade (texto claro, alto contraste, grandes alvos táteis, fluxos permissivos) e sugestão leve de clínicos integrada ao atendimento rotineiro. O framework proposto oferece uma base replicável e orientada para decisão para priorizar intervenções, informar aquisição e design, e monitorar a implementação, com o objetivo maior de melhorar o uso de mHealth, a autogestão e a qualidade de vida entre os idosos.
Yıldırım et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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