Este artigo resume o ciclo de pesquisa da Hidrodinâmica do Substrato (Artigos I-XVII) e propõe um modelo ontológico do universo baseado na existência de um meio físico infinito e invariante em escala. Argumentamos que a pressão de 10³² Pa e outras constantes fundamentais representam meramente os parâmetros de fase da nossa camada metagaláctica local. O artigo fundamenta matematicamente a identidade fractal das estruturas atômicas e galácticas por meio do fator de escala (S ≈ 10³¹) e do índice de estabilidade invariante (α ≈ 1/137). A entropia é interpretada como a troca conservativa de energia entre níveis hierárquicos por meio de cascatas turbulentas, o que impede a morte térmica do universo. A superfluidez do substrato é identificada como condição necessária para a regulação instantânea do balanço energético em um sistema infinito.
Vakhtang Mchedlishvili (Qui,) estudou essa questão.
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