Esses achados sugerem que tanto o extrato quanto a proteína purificada de C. vulgaris possuem a capacidade de inibir os taquizoítos de T. gondii sem causar toxicidade às células saudáveis, indicando seu potencial como compostos bioativos para aplicações farmacológicas contra a toxoplasmose.
Sousa et al. (Sex,) estudaram essa questão.