Resumo Populações da grande centopéia escolopendrina Ethmostigmus Pocock 1898, de cinco ilhas do arco vulcânico de Bismarck entre Nova Guiné e Nova Bretanha, compreendem um grupo monofilético dentro do qual três espécies podem ser identificadas com base em cada uma formando um clado fortemente suportado com base em dados de sequência concatenados para três genes, caracteres morfológicos diagnósticos e ecologia. Duas espécies ocorreram em simpatria em quatro das ilhas, e todas as três espécies são simpátricas na ilha de Umboi. As duas espécies melhor amostradas e com maior sobreposição geográfica são parentes mais próximos uma da outra, uma delas coletada apenas do solo e a outra de árvores, um padrão consistente em todas as ilhas em que ocorrem. A espécie arbórea, Ethmostigmus arboreus sp. nov., é distinta da espécie do solo, Ethmostigmus platycephalus (Newport, 1845), por ter pernas mais longas. A espécie irmã deste par, Ethmostigmus krausi sp. nov. das ilhas de Umboi e Sakar, é facilmente reconhecível por sua escultura tergal rugosa e grosso-granulada. Esta radiação exibe partição ecológica em uma escala espacial que não foi anteriormente documentada em centopéias.
Weijola et al. (Fri,) estudaram esta questão.