As intervenções de WASH nas escolas pesquisadas eram inadequadas e distribuídas de forma desigual, com lacunas notáveis na inclusão de pessoas com deficiência, gestão da higiene menstrual e implementação de políticas. Reforçar os testes de qualidade da água de rotina, modernizar a infraestrutura de saneamento, garantir a disponibilidade de sabão e implementar políticas inclusivas de WASH e higiene menstrual podem melhorar significativamente a saúde dos alunos, reduzir a transmissão de doenças e promover a equidade em ambientes educacionais.
Seroney et al. (Sex,) estudaram essa questão.