A etiologia foi associada à recuperação neurológica, mas não à mortalidade a curto prazo após ajuste para fatores de confusão e retirada do tratamento de suporte vital. Em contrapartida, o estado epiléptico não convulsivo (NCSE) com coma mostrou a associação mais forte com desfechos adversos. Isso sugere que, embora a etiologia informe o prognóstico de recuperação, o tipo de estado epiléptico, particularmente o NCSE com coma, é o fator determinante mais crítico para a sobrevivência.
Stefano et al. (2026) estudaram essa questão.
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