Fundamento: O objetivo deste estudo foi investigar mudanças na arquitetura e no tamanho dos isquiotibiais ao longo de um período de 4 anos, explorar diferenças específicas do sexo e examinar associações com a maturação biológica em esquiadores alpinos competitivos adolescentes. Materiais e métodos: 59 esquiadores alpinos competitivos (27 mulheres, 32 homens; idade inicial: 14,9 ± 0,7 anos) competindo em nível regional a nacional foram examinados na linha de base e no acompanhamento. O IMC foi calculado e a maturação biológica estimada utilizando a equação de Mirwald específica para o sexo. A imagem por ultrassom avaliou a arquitetura do longo da cabeça do bíceps femoral e a área de seção transversal anatômica máxima (ACSA) de todos os músculos isquiotibiais. Lesões do LCA foram registradas retrospectivamente e verificadas usando prontuários médicos e ressonância magnética. Os participantes foram agrupados como não lesionados (= 53) e lesionados do LCA (= 6). Conclusões: Este estudo fornece novas percepções sobre o desenvolvimento dos isquiotibiais em esquiadores alpinos adolescentes e destaca o papel da maturação biológica. O tamanho dos isquiotibiais aumentou, com maior hipertrofia nos homens. O menor tamanho do semitendinoso em mulheres lesionadas do LCA pode ser relevante para a prevenção de lesões.
Fitze et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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