Este ensaio investiga a erosão constante da liberdade intelectual nas universidades norte-americanas na última década. Ao examinar casos documentados de censura institucional e intimidação, ilustra uma mudança sistêmica: o deslocamento do discurso racional por práticas excludentes que reformulam a dissidência como agressão psicológica. A análise estabelece um vínculo genealógico entre as restrições ideológicas marxistas do século XX e a censura contemporânea baseada em identidade. Além disso, examina as fundações pós-modernas e neo-marxistas desse fenômeno, juntamente com o surgimento de uma 'cultura de fragilidade' que transforma a discordância intelectual em arma. Em última análise, o artigo sustenta que a restauração da integridade acadêmica depende de um retorno ao Logos — reclamando-o como a pedra angular essencial para um diálogo genuíno, verdade objetiva e preservação da liberdade. Palavras-chave: liberdade intelectual; censura acadêmica; pós-modernismo; neo-marxismo; Logos; cultura de fragilidade; epistemologia.
Elí Galván (Mon,) estudou essa questão.