Resumo Nós exploramos as consequências de uma hipótese nova, mas cada vez mais bem suportada, de que buracos negros supermassivos podem ter se formado a partir de buracos negros primordiais (PBH) formados antes de, e crescendo rapidamente em, um universo dominado pela radiação. Mostramos que essa hipótese e o abastecimento por acreção de galáxias anãs, compostas principalmente de PBHs de massa subsolar e gás acompanhante, podem prever a luminosidade dos quasares e sua distribuição em luminosidade. Com valores razoáveis dos parâmetros introduzidos, essas previsões são confirmadas por observações. O modelo prevê a evolução da densidade de acordo com observações. Se a mesma taxa de interação de galáxias cria quasares e galáxias de rádio, cujos núcleos de buracos negros primordiais parecem ser um pouco menos massivos, suas densidades numéricas relativas refletem os tempos de vida relativos nesses estados.
Mould et al. (Quarta,) estudaram essa questão.