RESUMO A pressão de contato excessive e contínua tende a causar lesão na pele e dor quando o membro inferior entra em contato com forros prostéticos. Para relacionar a pressão subcutânea e a resposta cerebral induzida por sensações de dor, foi estabelecido um modelo matemático baseado no modelo de elementos finitos, modelo Hodgkin–Huxley e modelo GCT. Os resultados mostraram que uma estimulação de pressão subcutânea mais forte pode levar a uma maior frequência do potencial de membrana e do potencial de células T. O córtex frontal, córtex pré-frontal, córtex somatossensorial primário e lobo occipital estiveram envolvidos no processamento da dor por pressão. Um aumento significativo foi observado nas oscilações γ em estados de dor em comparação com estados sem dor, mas não houve diferenças significativas entre diferentes níveis de dor, indicando que o modelo matemático e os métodos de EEG podem distinguir a dor, mas não conseguem distinguir as intensidades da dor quando a estimulação ultrapassou o limiar da dor. Comparado com materiais de silicone, foi observado um maior potencial de células T e um limiar de dor por pressão mais baixo quando a pele entrou em contato com materiais de espuma, sugerindo que os materiais de espuma podem induzir dor mais severa na superfície da pele. Este estudo é útil para entender os mecanismos da dor desde a superfície da pele até a resposta cerebral e fornecer orientação teórica para o design otimizado de próteses para membros inferiores.
Xia et al. (Thu,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: