Resumo A tomada de decisão humana, a consciência e a agência há muito são consideradas domínios do livre arbítrio. No entanto, a física moderna e a neurociência sugerem que esses processos seguem padrões legais. Ao examinar buracos negros, o fluxo do tempo e os mecanismos preditivos do cérebro, podemos entender a escolha humana como a experiência de um sistema em direção ao equilíbrio interno. Essa estrutura reconcilia o determinismo com a responsabilidade, demonstrando que a agência emerge de interações legais em vez de existir fora delas.
Angelito Enriquez Malicse (Qui,) estudou esta questão.