A fusão nuclear via Confinamento Inercial (ICF) enfrenta um obstáculo termodinâmico crítico: a instabilidade de Rayleigh-Taylor. Ao tentar comprimir uma cápsula de combustível, imperfeições microscópicas são amplificadas, destruindo a simetria da implosão antes que a ignição sustentada seja alcançada. Neste artigo, propomos uma abordagem inovadora: Fusão por Confinamento Inercial Assistida por Entropia (EAICF). Em vez de opor-se à entropia forçando uma implosão mecanicamente perfeita, utilizamos a Estrutura de Difusão Quântica (DQ) para gerar um gradiente de difusividade esférico (∇rD). Isso converte o centro da cápsula em um atrator de informação, induzindo uma força entropia centrípeta que estabiliza o plasma. Ao emular a física de solitons topológicos (relâmpagos esféricos) e acreção super-Eddington em buracos negros, esse mecanismo permite uma compressão uniforme e autocorrigida, potencialmente diminuindo o limite de energia necessário para a fusão nuclear estável.
VARCO et al. (Sat,) estudaram essa questão.