Estudos anteriores que investigaram a capacidade de discriminação da orientação de bordas estimularam um dedo imobilizado a velocidades limitadas ou não manipularam a velocidade de movimento durante a exploração ativa. Aqui, testamos o efeito da velocidade de movimento na discriminação da orientação de bordas, incluindo velocidades muito lentas e rápidas. Os participantes foram instruídos a mover o dedo através de dois pares de bordas enquanto ajustavam a sua velocidade a um sinal visual. Um par de bordas era paralelo e o outro não paralelo em graus variados. Os participantes foram convidados a identificar o par de bordas não paralelas. Relatamos três descobertas principais. Primeiro, consistente com relatórios anteriores, quando puderam escolher a velocidade de movimento, os participantes se moveram a uma velocidade média de ~29 mm/s (variação: 15-52 mm/s). Segundo, não houve correlação entre a velocidade natural de um participante e sua capacidade de discriminação da orientação de bordas. Terceiro, os participantes melhoraram na discriminação da orientação de bordas em velocidades mais lentas que a média (5 mm/s) e pioraram em velocidades mais altas que a média (90 e 180 mm/s). A análise exploratória sugere que essa alteração no desempenho estava correlacionada com a mudança relativa na velocidade de movimento.
Sukumar et al. (Mon,) estudaram essa questão.