In vivo, as células existem em um ambiente mecânico complexo que é uma fonte de forças aplicadas e um meio de suporte mecânico. As células respondem a esses estímulos mecânicos por meio de um processo pouco compreendido chamado mecanotransdução. Uma compreensão mais clara desse processo levará a métodos aprimorados para manipular o comportamento celular, tanto nos contextos de construções de tecidos engenheirados quanto em doenças mecanicamente sensíveis, como câncer e fibrose. Como a mecanotransdução é provavelmente devida a mudanças de conformação induzidas por força em proteínas que suportam carga, desenvolvemos e utilizamos biossensores baseados em proteínas geneticamente codificadas que exibem mudanças dependentes de força na cor da luz emitida. Essa tecnologia permite medições dinâmicas de forças mecânicas no nível molecular dentro de células vivas. Além disso, essa abordagem é intrinsecamente compatível com conceitos e abordagens comuns na biologia molecular e biofísica, permitindo estudos mecanicistas da mecanotransdução. Nesta palestra, discutirei como temos expandido essa tecnologia para (1) criar sensores com funcionalidades aprimoradas e mais amplas, (2) entender como a força altera a atividade das proteínas e a dinâmica de turnover para controlar processos celulares, como migração celular direcionada, e (3) elucidar a localização e formação de complexos de proteínas sensíveis à força para aumentar a compreensão dos mecanismos da mecanotransdução.
Brenton D. Hoffman (Sun,) estudou essa questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: