Apesar de seu papel constitucional em apoiar a soberania alimentar, o setor agrícola de Banyuwangi continua excluído do financiamento islâmico formal devido a uma lacuna regulatória entre os rígidos padrões bancários e o risco agrícola. Este estudo identifica um Paradoxo de Proximidade, no qual os bancos islâmicos são estruturalmente desincentivados a financiar pequenos produtores. Utilizando a Metodologia de Sistemas Suaves (SSM) como uma abordagem sociojurídica e baseando-se em dados empíricos de agricultores, bancos islâmicos e Bayt al-Māl wa al-Tamwīl (BMTs), a pesquisa formula um Modelo Regulatório de Financiamento Agrícola. O modelo recomenda reforma de políticas pela Autoridade de Serviços Financeiros (Otoritas Jasa Keuangan, OJK) e pelo Conselho Nacional de Sharia (Dewan Syariah Nasional–Majelis Ulama Indonesia, DSN-MUI), incluindo contratos híbridos de cadeias de valor, takaful agrícola obrigatório e um esquema formal de vinculação entre bancos-BMT, para alinhar a conformidade bancária com as realidades agrícolas e promover a justiça distributiva (‘adl).
Muqorobin et al. (Qui,) estudaram essa questão.