À medida que estruturas familiares diversas tornam-se cada vez mais proeminentes, o objetivo deste estudo foi introduzir o Modelo de Aliança de Coparentalidade (CAM) como um quadro familiar. Esta pesquisa qualitativa explorou as experiências vividas de cinco indivíduos gays e lésbicas, coparentando crianças com um parceiro não romântico, seja homossexual ou heterossexual. O objetivo era obter insights sobre as dinâmicas interpessoais, a organização logística, os desafios e as habilidades necessárias para criar uma unidade coesa focada no bem-estar das crianças. Usando Análise Fenomenológica Interpretativa (IPA), os dados analisados revelaram temas agrupados em três fases distintas no caminho dos participantes para a coparentalidade: o desejo inicial por filhos e a negociação da forma familiar; a estruturação da aliança de coparentalidade; e a gestão contínua da vida diária. As implicações da pesquisa podem ser significativas para entender e melhorar as dinâmicas de pais não românticos criando filhos juntos.
Thomey et al. (Sex,) estudaram esta questão.
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