Os serviços de saúde mental no Quênia são frequentemente subutilizados, particularmente entre grupos vulneráveis, como mulheres urbanas em emprego informal. Foi empregada uma abordagem mista que combina entrevistas qualitativas e dados de pesquisa quantitativa, visando 200 mulheres urbanas do setor informal de Nairóbi que estavam empregadas, mas não registradas formalmente. Os achados revelaram uma disparidade significativa, onde apenas 35% das mulheres entrevistadas utilizaram serviços de saúde mental devido ao estigma e à falta de consciência sobre os recursos disponíveis. A maioria (65%) preferiu estratégias de autogestão ou buscou ajuda de familiares em vez de apoio profissional. Mulheres urbanas quenianas em emprego informal enfrentam barreiras substanciais para acessar o apoio à saúde mental, com estigmas culturais e acesso limitado sendo os principais impedimentos. A implementação de campanhas de conscientização pública culturalmente sensíveis poderia melhorar as taxas de utilização dos serviços existentes. Recomenda-se parcerias fortalecidas entre organizações não governamentais (ONGs) e autoridades locais para melhorar a acessibilidade dos serviços.
Gikunju et al. (Sun,) estudaram esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: