O uso de intervenções restritivas e práticas por enfermeiros na saúde mental tem o potencial de causar diferentes níveis de dano iatrogênico aos pacientes. As intervenções restritivas incluem contenção física e mecânica, isolamento e administração forçada de medicamentos, enquanto a prática restritiva inclui coação, privação de liberdade e redução da autonomia. A gravidade dos danos físicos, psicológicos e psicossociais experimentados por pacientes sujeitos a essas restrições pode variar amplamente. Além disso, o uso dessas intervenções e práticas gera contradições éticas e morais, mesmo quando utilizadas legalmente e consideradas clinicamente aceitáveis. Este artigo explora os fatores envolvidos nas intervenções e práticas restritivas, como cultura, liderança, níveis de pessoal, treinamento, política organizacional e qualidade da prestação de cuidados. O autor também examina as implicações para os pacientes de serem submetidos a tais intervenções.
Peter Stevens (Ter,) estudou esta questão.