Os pesquisadores tiveram como objetivo explorar as emoções e experiências de mulheres inférteis tentando conceber por meio de relações sexuais programadas, especificamente em relação à sua sexualidade. Os pesquisadores utilizaram um desenho de pesquisa qualitativa baseado no método Online Photovoice. A amostra consistiu de 53 mulheres inférteis da Turquia. Os pesquisadores analisaram os dados usando a Análise Fenomenológica Interpretativa Online e organizaram os dados em 20 temas: "Funcionou/Vai funcionar?" "Estresse," "Obrigação/necessidade," "Como um dever," "Deixar rolar," "E se não funcionar? Foco na meta," "Relutância," "Tendo dificuldade," "Tortura," "Ansiedade," "Falta de alegria," "Decepção," "Esperança," "Sentir que algo está faltando," "Não conseguir deixar rolar," "Virar um robô," "Desesperança," "Amor," e "Dor." Com base nessas descobertas, os autores recomendam que os profissionais de saúde, especialmente enfermeiros de fertilidade, trabalhem dentro de uma abordagem multidisciplinar para ajudar mulheres inférteis a gerenciar experiências emocionais e sexuais e promover um bem-estar sexual mais positivo.
Sezer et al. (qui,) estudaram esta questão.