A Inteligência Artificial (IA) e a gestão de dados tornaram-se partes integrantes da governança nas economias emergentes da África, incluindo o Egito. O rápido avanço das tecnologias de IA levantou preocupações éticas significativas em relação à privacidade, responsabilidade e justiça. O estudo emprega uma abordagem analítica que sintetiza a literatura existente sobre ética, leis de privacidade e aplicações de IA nas operações do setor público na África, particularmente no Egito. A análise baseia-se em dados qualitativos de documentos de políticas, entrevistas com partes interessadas e pesquisa secundária. Uma conclusão importante é a disparidade significativa entre as estruturas legais que regem a proteção de dados e as práticas reais implementadas pelas instituições governamentais no Egito. Essa lacuna destaca a necessidade crítica de mecanismos de conformidade aprimorados para proteger os direitos de privacidade dos cidadãos. A análise conclui que as atuais políticas de governança de IA no Egito são insuficientes para abordar os desafios éticos emergentes, especialmente aqueles relacionados à confiança pública e responsabilidade. As recomendações incluem fortalecer as estruturas legais e promover a transparência no uso de dados por entidades governamentais. Implementar leis de privacidade abrangentes com mecanismos de aplicação rigorosos. Incentivar auditorias regulares das aplicações de IA para conformidade com padrões éticos. Fomentar um diálogo aberto entre formuladores de políticas, tecnólogos e organizações da sociedade civil para garantir que as práticas de governança ética sejam priorizadas.
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Amira Fayed
Maha Fahmy
el-Sayed Aa
Mansoura University
Cairo University
Al-Azhar University
Al Azhar University
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Fayed et al. (Sat,) estudaram essa questão.
synapsesocial.com/papers/69a67f12f353c071a6f0ae1a — DOI: https://doi.org/10.5281/zenodo.18823397
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