Este artigo constitui a declaração canônica da Teoria da Emergência Informacional (TIE). Define as suposições centrais mínimas, compromissos estruturais e restrições não negociáveis que fixam a identidade e o escopo da teoria. A declaração é normativa em vez de empírica ou argumentativa. Especifica a coerência informacional como uma variável contínua, um limiar de emergência Φ, ruptura como um fenômeno primário e tempo informacional emergente, juntamente com uma condição mínima de assimetria e um substrato informacional indiferenciado para evitar relatos circulares da emergência de sistemas. Fenômenos derivados — como identidade do sistema, perspectiva, significado, qualia e causalidade — são admissíveis apenas na medida em que surgem de uma coerência sustentada acima de Φ. O documento destina-se a servir como uma referência estável para futuros desenvolvimentos teóricos, formais e computacionais dentro da estrutura da TIE.
Adolfo Javier Céspedes Jiménez (Qua,) estudou essa questão.