À medida que a inteligência artificial (IA) transforma a educação global, é crucial entender as barreiras psicológicas à sua integração, dado o baixo índice de adoção entre os professores. Este estudo explora a ansiedade em relação à IA, conforme concebida através do Quadro de Tecnofobia, entre professores de escolas básicas em Gana. Um desenho descritivo transversal foi empregado para coletar dados de 319 participantes, com o tamanho da amostra determinado por uma análise de poder a priori. A análise de fatores confirmatória (AFC) validou uma escala multidimensional de quatro dimensões que mede a aprendizagem em IA, a substituição de empregos, a cegueira sociotécnica e a ansiedade de configuração, demonstrando alta confiabilidade (α = .942; ω = .969). As estatísticas descritivas revelaram uma ansiedade moderada em relação à IA, enquanto uma MANOVA unidirecional identificou uma diferença significativa de gênero na ansiedade relacionada à cegueira sociotécnica, com professores do sexo masculino relatando níveis mais altos de ansiedade. Esses achados enfatizam a necessidade de desenvolvimento profissional direcionado e estratégias de suporte sensíveis ao gênero para abordar preocupações relacionadas à IA e facilitar a integração bem-sucedida da tecnologia no panorama educacional de Gana.
Arthur et al. (Qui,) estudaram esta questão.