Direcionar impactos distribucionais está ganhando importância no design de políticas ambientais. Para alcançar isso, os formuladores de políticas estão adotando avanços em modelos de transporte aéreo para prever os benefícios da regulamentação de emissões de ar. Esses modelos oferecem aos formuladores de políticas precisão na distribuição espacial das melhorias na qualidade do ar ambiente para uma determinada redução de emissões, mas não levam em consideração as respostas comportamentais às políticas ambientais. Consideramos como a falha em contabilizar respostas comportamentais ao fazer previsões políticas pode ter implicações importantes para o impacto distribucional final de tais políticas. Comparamos os impactos distribucionais da regulamentação de emissões marítimas previstos a partir do modelo de transporte aéreo do formulador de políticas com os impactos distribucionais realizados. Em seguida, decompomos o erro de previsão em duas componentes: erro de modelo (onde as previsões dos modelos de transporte aéreo falham em levar em conta as respostas comportamentais das empresas poluidoras) e erro de classificação (onde a população-alvo migra).
Hansen-Lewis et al. (Qui,) estudaram essa questão.