Este trabalho analisa a influência da estrutura acionarial, como mecanismo de controle interno, no valor da empresa. Os resultados mostram uma relação negativa do grau de controle, por um lado, e da propriedade acionarial de acionistas com altos níveis de participação, por outro, em relação a esse valor. No entanto, o tratamento endógeno dessas variáveis revela uma relação positiva entre a participação no capital dos acionistas principais e o valor da empresa, não havendo significância na relação contrária; enquanto o grau de controle parece não ter efeitos significativos na Q de Tobin e vice-versa. Finalmente, em relação às características do acionista principal, observa-se um efeito positivo quando este é uma pessoa física.
Ugedo et al. (Qua,) estudaram esta questão.