• Gravidez conceptualizada como uma geografia em si mesma. • Autoetnografia de duas gravidezes e partos através da escrita de diário. • O lar e a atmosfera moldaram a gestação como abrigo e constrangimento. • Ambivalência e dor reconfiguraram corpo, espaço e tempo. • A escrita de diário avançada como método espacial feminista.
Ophélie Véron (Ter,) estudou esta questão.
Synapse has enriched 5 closely related papers on similar clinical questions. Consider them for comparative context: