O artigo examina o papel do Conselho de Ministros na Espanha durante o período do primeiro franquismo (1939–1957). O autor analisa como o ditador, apesar de formalmente deter poder absoluto, mantinha um equilíbrio entre diversos grupos políticos (os falangistas, carlistas, católicos, monarquistas) através da distribuição de ministérios e da estrutura do aparato estatal. Atenção especial é dada às funções do governo como uma ferramenta de controle das elites, a neutralização da oposição e a criação da ilusão de participação no poder. Baseando-se em atos legislativos e memórias de ministros, o estudo revela a contradição entre a centralização formal da autoridade e a autonomia prática dos ministérios individuais.
Georgy Filatov (quarta-feira) estudou essa questão.
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