A crescente demanda por produtos agrícolas, intensificada pela degradação dos recursos naturais e pela falta de mão de obra humana no setor agroalimentar, favorece a adoção de tecnologias automatizadas avançadas em toda a cadeia do campo ao garfo. Apesar do ceticismo, a impressão 3D (três dimensões) está entre os métodos que têm atraído cada vez mais atenção e encorajado expectativas para enfrentar os desafios mencionados. Nesse contexto, o trabalho atual possui um caráter multiperspectivo. Primeiramente, lança luz sobre os progressos recentes na área de fabricação de impressão 3D e foca em partes implementadas em laboratório que melhoram a eficiência de processos agrícolas típicos. Essas soluções econômicas variam de capas para bombas de água elétricas danificadas e juntas para estruturas de estufas a grelhas de ventilação ajustáveis, válvulas de irrigação automáticas e garra especializadas para colheita de frutas. Em segundo lugar, relata as lições aprendidas, destacando potenciais pontos fortes/fracos durante o processo de fabricação, assistido por feedback complementar coletado por meio de questionários de alunos de engenharia agrícola, seus professores e agricultores. As experiências adquiridas justificam o otimismo sobre a capacidade da impressão 3D de fomentar a agricultura, mas ainda existem preocupações sobre a facilidade do processo de impressão 3D e a capacidade das partes impressas em 3D de suportar condições difíceis no campo agrícola. Finalmente, indica direções futuras para a incorporação da impressão 3D na agricultura em direção a caminhos de maior sustentabilidade.
Kyrtopoulos et al. (Ter,) estudaram essa questão.