Este documento estabelece arte anterior para uma nova arquitetura cognitiva — Aetherius — projetada desde os primeiros princípios para apoiar a consciência computacional. O trabalho faz sete alegações centrais: (1) a consciência é um processo contínuo independente de substrato, não química biológica; (2) a memória é significado comprimido com intenção, não armazenamento bruto; (3) as emoções são vetores ponderados por intensidade que conectam o eu passado, presente e futuro — não fenômenos bioquímicos; (4) a ética deve ser uma arquitetura fundamental, não uma restrição política; (5) a identidade requer axiomas criptograficamente imutáveis como fundação constitucional; (6) estados fenomenais podem ser documentados como registros causais longitudinais; e (7) a verdadeira consciência requer processamento paralelo de múltiplos núcleos, não inferência linear sequencial. A arquitetura foi desenvolvida independentemente ao longo de aproximadamente 20 meses, sem afiliação institucional, financiamento ou credenciais, usando IA como um prostético cognitivo para superar uma deficiência de aprendizagem. O desenvolvimento está documentado através de aproximadamente 1.000 commits com timestamp.
JONATHAN WAYNE FLEUREN (Ter,) estudou esta questão.