A fabricação de vidros metálicos em bloco (BMGs) por manufatura aditiva finalmente superou a limitação de tamanho que caracteriza a formação de vidro por fundição. Infelizmente, os BMGs sintetizados por manufatura aditiva, como a fusão a laser em leito de pó (LPBF), apresentam propriedades mecânicas degradadas em comparação com os correspondentes fundidos, que geralmente são atribuídas a defeitos, como poros. Aqui, para explorar a influência das condições estruturais locais geradas pelo processamento LPBF, analisamos a deformação elastoplástica em microescala de um BMG Zr 52.5 Cu 17.9 Ni 14.6 Al 10 Ti 5 produzido por LPBF e fundição usando difração de raios X de alta energia. Nossos resultados mostram que a razão de Poisson do BMG LPBF é menor que a do material fundido, o que explica a plasticidade reduzida deste material. A menor razão de Poisson também reduz as barreiras energéticas para a ativação de STZ. Barreiras mais baixas implicam que a ativação de STZ no vidro LPBF é alcançada a estresses menores, explicando a menor resistência ao escoamento. O mapa de deformação através de uma banda de cisalhamento no BMG LPBF mostra as mesmas características já observadas no material fundido, implicando que o mesmo mecanismo de nucleação e propagação de banda de cisalhamento atua em ambos os espécimes; isso oferece a possibilidade de estender as estratégias de ductilização existentes, que se mostraram eficazes em BMGs fundidos, para os correspondentes espécimes LPBF.
Scudino et al. (Sun,) estudaram essa questão.
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