Resumo Desde o surgimento do relatório de renda no final da década de 1920 e início da década de 1930, o conceito subjacente de renda empresarial ou contábil tem sido alvo de análises e críticas aprofundadas. Existe um tipo de crítica que parece aceitar os objetivos da mensuração do lucro, mas que afirma que a contabilidade não está fazendo o melhor trabalho de que é capaz. Uma crescente desilusão pode ser detectada em relação à validade e significância dos cálculos de lucro líquido periódico. Em primeiro lugar, as regras para a realização de receita e do lucro são muito estreitas e restritivas. Em segundo lugar, algumas das classificações empregadas na contabilidade, como a distinção entre custos fixos e variáveis, são inadequadas. Em terceiro lugar, mais atenção deveria ser dada às declarações da fonte e aplicação de fundos, uma vez que o escopo dos procedimentos de relatório é muito limitado. Ademais, um segundo tipo maior de crítica se concentra no próprio conceito de renda, afirmando que a renda é, em última análise, uma questão das expectativas dos indivíduos. Como consequência, chega-se à inferência de que a mensuração dessas expectativas subjetivas é impossível por quaisquer meios conhecidos pela contabilidade ou pela economia.
Maurice Moonitz (Sun,) estudou esta questão.
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