Resumo O artigo examina criticamente até que ponto resultados significativamente únicos são obtidos quando diferentes conceitos de corporação são utilizados como base para as análises de transações envolvendo mudanças nas contas relacionadas aos interesses dos detentores de valores mobiliários corporativos. Para limitar esta apresentação, apenas três dessas transações serão consideradas neste artigo. As selecionadas são transações envolvendo encargos de juros, impostos sobre a renda e dividendos, transações que às vezes são consideradas como afetando a mensuração da renda e, às vezes, tratadas como distribuições de renda. Tem havido considerável controvérsia na literatura contábil com relação à natureza desses itens e sua análise deve, portanto, constituir um teste aceitável da significância do conceito corporativo subjacente e da validade da abordagem aqui empregada. Quatro conceitos de corporação serão utilizados. Os dois primeiros fundamentam as teorias proprietária e de entidade da contabilidade, respectivamente, conforme essas teorias são geralmente propostas. O terceiro conceito é a noção subjacente à teoria da empresa na contabilidade. E o quarto conceito parece ser o que mais frequentemente se reflete na prática contábil atual.
Robert T. Sprouse (Mon,) estudou esta questão.