Resumo Consideração séria deve ser dada ao desenvolvimento de um substituto operacional para a realização de custo-histórico. Apesar de sua certeza no nível de coleta de dados, a contabilidade convencional apresenta fraquezas evidentes. O contador enfrenta continuamente problemas de valoração de inventário e de ativos de longa duração que parecem tão difíceis quanto seria o problema de encontrar os custos de substituição individuais. Os contadores reclamam da não uniformidade dos métodos de valoração de inventário. Mas uma seleção adequada de um método requer uma visão voltada para o futuro, em direção ao fluxo de recebimentos líquidos. Pois os ativos devem seu valor a uma capacidade de gerar tal fluxo. Qualquer tentativa dos contadores de impor um método de inventário único a todas as empresas criaria artificialidades, pois tal solução ignoraria as diferenças nas formas temporais dos fluxos futuros de recebimentos líquidos de diferentes empresas. É necessária uma reforma mais fundamental do que um mero estreitamento dos métodos de valoração de inventário. A introdução do custo de substituição pode não ser a resposta, mas é um candidato. A contabilidade convencional deve continuar a ser estudada em busca de possíveis melhorias dentro da estrutura existente.
Stephen A. Zeff (Mon,) estudou essa questão.
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