Resumo Este artigo foca na estrutura conceitual que pode se mostrar melhor do que a análise de variância, considerada muito importante na contabilidade de custos. A estrutura conceitual é melhor porque distingue fatores de longo e curto prazo, demonstra as fraquezas das práticas existentes, aponta com precisão a responsabilidade em relação aos objetivos do planejamento e controle de curto prazo e separa o papel das medidas físicas de capacidade do papel de avaliação dessa capacidade, além de indicar como uma abordagem de margem de contribuição ou custo de oportunidade para avaliação é superior a uma abordagem de custo histórico unitário. As organizações reúnem recursos humanos e físicos que fornecem a capacidade para produzir e vender. Esses compromissos muitas vezes requerem grandes investimentos que afetam o desempenho ao longo de longos períodos. As implicações para os gerentes são duplas. Primeiro, planejamento cuidadoso. Segundo, a capacidade adquirida. Muitos custos fixos resultam de decisões de orçamento de capital, tomadas após estudar o impacto esperado desses investimentos nas operações ao longo de vários anos. A escolha de um tamanho de capacidade pode ser influenciada por uma combinação de dois fatores principais: primeiro, a provisão para flutuações sazonais e cíclicas na demanda. Segundo, a provisão para tendências de alta na demanda.
Charles T. Horngren (Sat,) estudou essa questão.
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