O objetivo deste artigo é explorar as experiências de um assistente social-pesquisador queer e filipino navegando identidades duplas, particularmente como clínico e pesquisador, dentro de espaços acadêmicos ocidentais. Baseando-se no conceito de insider/outsider, reflito criticamente sobre como, em espaços de pesquisa e clínicos historicamente dominados por homens brancos e heterossexuais, minhas credenciais educacionais e profissionais me conferem legitimidade e um status parcial de insider, enquanto minhas identidades queer e filipinas, ao mesmo tempo, me posicionam nas margens. O artigo também reflete sobre as experiências de navegação das fronteiras borradas, ou confusões de papel, como assistente social-pesquisador. O artigo discute então abordagens e considerações que assistentes sociais-pesquisadores, tanto emergentes quanto estabelecidos, podem empregar para navegar essas tensões, como reflexividade, recusa etnográfica e um conceito filipino chamado 'kapwa'. A implicação deste artigo é expandir a pesquisa sobre a reflexividade dos assistentes sociais-pesquisadores, particularmente dentro da diáspora queer filipina/o/x.
John Segui (quarta-feira) estudou esta questão.
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