Para explorar como os autoconceitos vocacionais se alinham com as preferências de parceiro ideal, coletamos dados de duas amostras heterossexuais croatas: 271 casais e 335 participantes solteiros. Usando o mesmo inventário, os participantes avaliaram seus próprios interesses vocacionais e os desejados em um parceiro ideal. Avaliamos semelhanças em nível de traço e em nível de perfil entre os interesses próprios e os interesses do parceiro ideal em ambas as amostras. Nos casais, além disso, examinamos a congruência real do parceiro (semelhança entre os interesses autorrelatados do próprio e do parceiro), o acordo de ideais (semelhança entre as preferências de parceiro ideal dos parceiros) e a congruência parceiro-ideal (a correspondência entre o ideal de um indivíduo e os interesses vocacionais reais de seu parceiro). Os resultados revelaram preferências de parceiro ideal tanto assortativas (semelhantes a si mesmo) quanto aspiracionais (superiores a si mesmo). As preferências de gênero seguiram um padrão complementar, alinhado com as diferenças de gênero estabelecidas nos interesses vocacionais, mais pronunciado nas preferências das mulheres por parceiros com altos interesses Realistas e Convencionais, e nas preferências dos homens por parceiros com altos interesses Sociais e Artísticos. Entre os casais, a congruência parceiro-ideal mostrou um forte componente normativo, enquanto seu componente distintivo (específico do casal) previu modestamente a satisfação relacional dos homens. Essas descobertas sugerem que os interesses vocacionais informam significativamente as preferências de parceiro entre indivíduos solteiros e em casal e contribuem para a dinâmica relacional.
Trošelj et al. (Fri,) estudaram esta questão.
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