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Resumo Trabalhos recentes mostraram que a condutância estomática (g s) e a assimilação (A) são responsivas a mudanças na condutância hidráulica do caminho do solo até a folha (K L), mas nenhum estudo descreveu quantitativamente essa relação sob condições controladas onde o fluxo em estado estacionário é promovido. Sob condições de estado estacionário, a relação entre g s, potencial hídrico (Ψ) e K L pode ser assumida como seguindo a analogia da lei de Ohm para o fluxo de fluidos. Quando a condutância da camada limite é grande em relação a g s, a analogia da lei de Ohm leva a g s = K L (Ψ solo −Ψ folha) / D, onde D é o déficit de pressão de vapor. Consequentemente, se os estômatos regulam Ψ folha e limitam A, uma redução em K L fará com que g s e A declinem. Avaliamos a regulação de Ψ folha e A em resposta a mudanças em K L em mudas de pinheiro ponderosa (Pinus ponderosa) bem irrigadas. Para variar K L, reduzimos sistematicamente a condutividade hidráulica do caule (k) usando uma técnica de injeção de ar para induzir cavitação, enquanto medíamos simultaneamente Ψ folha e a troca gasosa da copa no laboratório sob luz constante e D. Mudas de baixa estatura (0,90), indicando que mudanças em K L podem afetar a aquisição de carbono da planta.
Hubbard et al. (Mon,) estudaram esta questão.
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