Este ensaio aborda e pratica metodologias relacionadas das Intimidades Imperiais de Hazel Carby: correspondência e “sempre progredindo para trás.” O ensaio postula que Intimidades Imperiais e A Mulher de Cor correspondem ao longo do tempo, tanto como obras sobre a corporalidade das “intimidades imperiais” quanto como articulações formais do ser negro em/por meio da contradição. Anacronismos no romance demonstram a contingência da compreensão histórica que permite que A Mulher de Cor seja lida necessariamente como uma obra imperial e anti-imperial. A correspondência em ambas as obras inverte a configuração de eu-outro de Hegel, criando assim a possibilidade de uma intersubjetividade não fixa. Ler A Mulher de Cor com Carby (re)conhece a mudança taxonômica de Olivia Fairchild de humano para animal para planta e de volta, não apenas como uma reiteração do limiar linneano/iluminista da criação/destruição da vida negra, mas também, seguindo Zakiyyah Iman Jackson, uma ruptura da unidade humanista através da mutabilidade do ser negro.
J. Ereck Jarvis (Mon,) estudou esta questão.
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