A educação em notícias eletrônicas está em um ponto de inflexão, à medida que a inteligência artificial, plataformas de streaming e o consumo voltado para dispositivos móveis reformulam a prática nas redações e a pedagogia nas salas de aula. Este artigo situa a atual disrupção dentro de uma história mais longa da educação em jornalismo de radiodifusão, desde os primeiros laboratórios de rádio e o Método Missouri até modelos de ensino hospitalar fundamentados na aprendizagem experiencial. Baseando-se em uma revisão sistemática de 88 estudos sobre educação em notícias eletrônicas publicados entre 2015 e 2025 em dez revistas de destaque, encontramos uma mudança de um treinamento centrado na técnica para uma pedagogia experiencial orientada por missão. O pensamento crítico permanece central, enquanto as habilidades em dados parecem menos proeminentes. Desde 2020, a pesquisa tem enfatizado cada vez mais questões sociais e ética, refletindo a resposta cívica da educação em jornalismo à desinformação e à polarização. Argumentamos que a tarefa dos educadores não é apenas adaptar-se a novas ferramentas, mas zelar pela missão duradoura do jornalismo de busca pela verdade enquanto redesenha a pedagogia para um cenário de mídia em evolução.
Silcock et al. (Mon,) estudaram essa questão.