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Teorias sobre o desenvolvimento de relacionamentos românticos postulam uma progressão de envolvimento e intensidade com a idade, a duração do relacionamento e a experiência em relacionamentos românticos. Utilizando os dados do Estudo Nacional Longitudinal da Saúde do Adolescente, este estudo testa essas proposições considerando o tipo de relacionamento e os padrões de relacionamentos ao longo da adolescência e sua influência na formação de relacionamentos na juventude. Os resultados indicam que os relacionamentos tornam-se mais exclusivos, diádicos, com maior duração e mais intimamente emocionais e sexuais ao longo da adolescência. Além disso, a experiência em relacionamentos na adolescência está associada a uma maior probabilidade de coabitação e casamento na juventude. Esses achados indicam que, em vez de serem triviais ou efêmeros, os relacionamentos românticos adolescentes são uma parte integral da estrutura social sobre a qual se apoiam os relacionamentos românticos na vida adulta.
Meier et al. (Mon,) estudaram essa questão.
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