Resumo Nos últimos anos, Berlim emergiu como um epicentro do ativismo climático na Alemanha. Lá, uma série de grupos mobilizou-se em oposição ao papel do Estado alemão e da UE na aceleração da crise climática. Muitos ativistas agora veem as respostas políticas convencionais como esgotadas e voltaram-se para formas cada vez mais radicais de desobediência civil. Bloqueios de rua, em particular, tornaram-se uma tática preferida. Essas intervenções no espaço público chamam a atenção para as vidas e condições daqueles mais afetados pela mudança climática. No entanto, elas se desenrolam em meio à violência policial e abusos verbais de transeuntes, experiências que geram tanto trauma quanto solidariedade. Nesses espaços contestados de escuta, os ativistas forjam formas catárticas e conflitantes de resistência coletiva enquanto lutam com a sensação de que o mundo está desmoronando.
Max Jack (qui,) estudou essa questão.
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