Propomos uma estrutura baseada em processos mínima na qual quantidades físicas surgem de restrições na evolução da fase no espaço-tempo. A matéria é identificada com configurações de fase topologicamente fechadas que satisfazem uma condição de quantização H dϕ = 2πn. Dentro dessa estrutura, a massa não é um parâmetro fundamental, mas uma propriedade geométrica associada à escala característica inversa do fechamento de fase, m = ℏ/(cR0). Um único princípio variacional aplicado ao campo de fase gera a equação de Klein–Gordon no regime relativístico e a equação de Schrödinger no limite não relativístico. A invariância local de fase leva naturalmente a interações de gauge. A abordagem elimina singularidades pontuais e reinterpreta massa, inércia e campos de interação como características emergentes da topologia da fase.
Andrii Myshko (Qui,) estudou essa questão.
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