Um modelo teórico da relação tomador–credor prevê que ameaças competitivas aumentadas levam a uma redução na restritividade das cláusulas de empréstimo, que é mais forte para grupos de tomadores que enfrentam restrições à sua capacidade de levantar financiamento externo ou competir no mercado de produtos. Essas previsões surgem porque a competição impacta a dinâmica do desempenho do tomador, de modo que os credores devem equilibrar o benefício de controlar problemas de agência contra um custo elevado de oportunidades de mercado de produtos perdidas para o tomador, diminuindo, em última análise, o uso ideal de cláusulas. Encontramos um forte suporte empírico para essas previsões, destacando um papel importante da competição para o contrato financeiro ideal enraizado em problemas de agência subjacentes.
Su et al. (Mon,) estudaram esta questão.