Este estudo investigou o processo de coloração excessiva de tecidos de malha de nylon utilizando dois corantes naturais de origem vegetal—índigo e cúrcuma—para abordar a alta poluição associada aos corantes sintéticos e a gama de cores limitada dos corantes naturais. Por meio de experimentos unifatoriais, os parâmetros de coloração foram otimizados para alcançar tons verde-amarelo e verde-azulado. O desempenho da coloração, a solidez da cor e as propriedades antibacterianas dos tecidos tingidos foram avaliados. As condições ótimas para tons verde-amarelo foram: índigo 5 g/L, glicose 10 g/L, NaOH 1 g/L, proporção de liquor 1:50, redução a 60 °C por 30 min, oxidação à temperatura ambiente por 30 min; seguido de cúrcuma 1,2 g/L, proporção de liquor 1:60, coloração a 80 °C por 20 min. Para tons verde-azulados: índigo 10 g/L, cúrcuma 0,8 g/L, coloração a 50 °C, com outros parâmetros idênticos. Ambos os tecidos supertingidos exibiram solidez de cor grau 4 ou superior, atendendo às exigências de vestuário. As taxas antibacterianas contra Staphylococcus aureus e Escherichia coli alcançaram 99% e 98%, respectivamente. Esses resultados confirmam a viabilidade da aplicação de corantes naturais de origem vegetal em tecidos de nylon e fornecem uma referência para coloração têxtil sustentável.
Wu et al. (Sat,) estudaram esta questão.