O trauma ocular, muitas vezes resultando em corpos estranhos intraoculares, apresenta um desafio formidável para os oftalmologistas devido ao seu potencial para complicações graves. Relatamos um caso de um homem de 32 anos diagnosticado com siderose ocular secundária a um corpo estranho intraocular metálico após trauma ocular aberto sofrido 6 meses antes. O exame revelou achados característicos consistentes com siderose ocular, necessitando de modalidades avançadas de imagem para confirmação. Embora os achados iniciais de ultrassom fossem inconclusivos, a subsequente ultrasonografia biomicroscópica confirmou a presença e a localização do corpo estranho. Uma intervenção cirúrgica foi então realizada para remover o objeto metálico. Este caso destaca a importância da avaliação abrangente e da utilização de técnicas avançadas de imagem na otimização do cuidado e dos resultados dos pacientes após trauma ocular.
Briceño-Souza et al. (Sex,) estudaram esta questão.