Polipeptídeos semelhantes à elastina (ELPs), biopolímeros sintéticos inspirados na tropoelastina humana, têm ganhado atenção considerável como nanomateriais versáteis para uso biomédico devido à sua biodegradabilidade inerente e arquitetura molecular ajustável. Acima de uma temperatura de transição definida (Tt), os ELPs passam por auto-organização em nanopartículas, com sua composição sequencial ditando o comportamento físico-químico. Essas características únicas permitem o design de sistemas multifuncionais onde os ELPs servem tanto como veículos de drogas responsivos quanto como sensores diagnósticos. Sua capacidade de reagir a estímulos fisiológicos, como temperatura ou pH, permite a liberação controlada e específica de medicamentos, oferecendo também potencial em aplicações de biossensores. Esta revisão destaca estratégias de design de sensores ELP, avalia suas vantagens e delineia os desafios e oportunidades translacionais para avançar materiais nanomateriais baseados em ELP em direção a plataformas de entrega de drogas habilitadas por sensores e diagnósticos.
Gupta et al. (Sex,) estudaram esta questão.