Este artigo propõe uma nova estrutura para a análise da proliferação nuclear, mudando o foco da soberania política para a maturidade civilizacional e epistêmica. Sob o Paradigma de Hernández-Valdivia (PHV), postula-se que o conhecimento da fissão nuclear não é uma tecnologia transferível sem risco, mas um estado de consciência alcançado apenas por meio da descoberta científica autônoma. Introduzimos o conceito de “Vínculo do Criador”, argumentando que a evolução ética necessária para decifrar leis cósmicas fundamentais atua como um mecanismo de feedback inibitório. Inversamente, a aquisição exógena de capacidades nucleares por sociedades governadas por estruturas ideológicas ou teocráticas irracionais cria uma falha sistêmica na Teoria dos Jogos clássica. Ao glorificarem o martírio, a auto-imolação ou a destruição niilista, esses atores anulam a lógica da Destruição Mútua Assegurada (DMA). Finalmente, usando a “Lógica Cesareana”, este trabalho justifica a intervenção preventiva como uma medida de manutenção da entropia global, definindo a proliferação em regimes irracionais como uma falha técnica na segurança da biosfera em vez de um direito defensivo.
Carlos Mariano Hernández Valdivia (Mon,) estudou esta questão.