Em resposta ao comentário sobre nosso artigo, "A Urgência Ética Afiada da Decolonialidade na Terapia: Da Compreensão à Ação" (Chavez-Dueñas et al., 2025), afirmamos que o verdadeiro progresso na liberação epistemológica, na prática decolonial e na reforma institucional exige mais do que o reconhecimento de conquistas anteriores. Embora seja importante reconhecer nossos avanços coletivos como um campo, ponto que enfatizamos em nosso artigo, apesar das afirmações contrárias de Cobb et al. (2026), também devemos resistir à complacência. É importante questionar criticamente o que rotulamos como progresso, resistir a celebrar conquistas prematuramente e nunca esquecer a história. Essa vigilância é especialmente importante agora, pois avanços anteriores estão sendo minados ou revertidos tanto no campo da psicologia quanto na sociedade mais ampla. (Registro da Base de Dados PsycInfo (c) 2026 APA, todos os direitos reservados).
Chavez-Dueñas et al. (Seg,) estudaram essa questão.